Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: - Ninguém é insubstituível! A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido: - Alguma pergunta? - Tenho sim. E Beethoven? - Como? - o encara o diretor confuso. - O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven? Silêncio. O funcionário fala então: - Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethov...
Esse texto foi escrito no mínimo por uma mulher que teve problemas em sua vida amorosa, muito mal-amada, recalcada, invejosa, rancorosa, criou essa bela obra de arte para criar mais mulheres mal-amadas e as trouxas caem nessa história até hoje. Continuem fazendo joguinho, com os caras que gostam de vocês, que são honestos com um grande coração, até eles perceberem que vale mais uma pessoa que quer viver um amor de verdade, que estar atrás de uma “menina” que tem esse tipo de atitude, que o cara segue a vida dele, casa tem filhos, vive uma vida feliz e você morre sozinha, como uma boa maça podre!
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